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Estudos Bíblicos

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Somos simplesmente cristãos procurando servir ao Senhor, segundo o padrão encontrado no Novo Testamento, o evangelho de Jesus. De acordo com ensinamento bíblico, pertencemos a congregações locais compostas de servos de Cristo com o mesmo alvo. estudosdabiblia.net Telegram t.me/CanalEstudosBiblicos WhatsApp https://wa.me/message/S2UOIEPS45O4C1 6 Servers

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12 Feb 2024
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Filtrando a Palavra

Usamos filtros em ferramentas de busca na internet. Podemos fazer a mesma coisa no estudo das Escrituras?

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A paz do Senhor para todos ; Deus venha abençoar grendemente este grupo de estudo é uma benção, quem vos fala é o Irmão Ferreira de Rio Largo Alagoas
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A paz do Senhor ; que Deus continue lhe abençoando, seus ensinamentos é uma benção de Deus, quem vos fala é o Irmão Ferreira de Rio Largo Alagoas
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13 Feb 2024
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A Decisão é Sua!

No século 14 a.C., um dos maiores líderes da história de Israel fez seu último discurso desafiador. Depois de ser fiel ajudante de Moisés, Josué aceitou a incumbência divina de conduzir o povo de Israel na chegada e conquista da terra prometida aos seus antepassados, os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Durante toda sua carreira, Josué foi fiel ao Senhor e dedicado à sua nação. No final da sua vida, ele desafiou a próxima geração a aprender da história e olhar para o futuro, tomando boas decisões. Frisou o papel e a responsabilidade do povo em ouvir as instruções divinas e seguir sua lei. Desse discurso, registrado em Josué 24, aprendemos uma série de considerações importantes para tomar boas decisões.

Uma boa decisão considera o passado (Josué 24:1-13). Josué traçou a história do povo desde o pai de Abraão até a geração que conquistou a terra. Os antepassados adoraram falsos deuses, mas Deus separou Abraão e seus descendentes – Isaque, Jacó e seus descendentes. Pelas mãos de Moisés e Arão, Deus tirou o povo da escravidão no Egito, e lhe deu vitórias sobre os povos que Israel enfrentou no caminho para a terra prometida. Afinal, Deus lhe deu a terra prometida quando expulsou os povos que habitaram nela antes, assim demonstrando sua superioridade sobre todos os “deuses” dos outros povos! Josué frisou a importância dessa história para as decisões futuras dos israelitas. Precisavam lembrar donde vieram e como chegaram nessa terra preparada pelo Senhor.

Uma boa decisão considera o presente (Josué 24:13-18). Quando Josué falou, no final da sua vida, o povo habitava seguramente na terra dada por Deus. Agora, serviriam ao Senhor que lhes concedeu esta terra, ou procurariam os falsos deuses que os residentes anteriores serviam? A escolha sensata seria servir a Deus, o único verdadeiro e capaz de lhe dar estas vitórias, rejeitando os “deuses” vencidos. Para decidir bem, precisavam olhar ao seu redor e perceber quem estava com eles e quem teria poder para cuidar dessa nação.

Uma boa decisão considera o futuro (Josué 24:19-20). Com base na fidelidade de Deus no passado e no presente, eles teriam como pensar no futuro. Se os israelitas forem desobedientes, como os residentes anteriores da terra, seriam rejeitados e castigados por Deus. Para continuar sua comunhão com Deus, precisavam ser um povo santo e dedicado a ele.

Uma boa decisão considera as evidências sobre Deus. O argumento principal deste capítulo se baseia no caráter de Deus – ele é santo, poderoso, zeloso e justo. Nossas decisões devem começar com Deus, e não conosco. A chave é buscar a vontade dele, e não a nossa. Jesus frisou esse fato no seu ensinamento (Marcos 8:34; João 14:23).

Uma boa decisão considera os destinos (Josué 24:14-15). Josué 24:15 é, provavelmente, o versículo mais conhecido desse livro:

“Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.”

Qual foi o destino daqueles que serviam deuses estranhos (24:14-15)? Os ídolos conseguiram dar a vitória para os egípcios ou para os amorreus? Servir aos falsos deuses leva à destruição. E o destino daqueles que confiam no Senhor? Considere a história! Saíram do Egito, venceram os inimigos no caminho, expulsaram os moradores da terra e tomaram posse da terra prometida! Seria loucura servir aos falsos deuses vencidos!

Uma boa decisão requer compromisso (Josué 24:15,24-27). Josué lançou o desafio e chamou a nação de Israel a assumir o compromisso de fidelidade. Ele frisou a natureza desse compromisso com as palavras aliança, estatuto e testemunha.

Seguir a Jesus envolve um compromisso do mesmo caráter, a promessa de guardar tudo que Jesus nos ensina (Mateus 28:19-20). Temos uma base sólida para escolher, mas Deus deixa a opção com cada um de nós. Quando se trata da escolha de servir ou não ao Senhor, a decisão é sua!

Leia o artigo completo.

– por Dennis Allan
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Os Discípulos Demoraram Também

A colheita espiritual, as almas sedentas que precisavam da palavra salvadora, já estava pronta.

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11:57:26
14 Feb 2024
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Santificados no Proceder e no Pensamento

A censura mais forte dirigida por Jesus aos religiosos de sua época os acusava de serem hipócritas. Apresentaram uma fachada de religiosidade, mas eram, por dentro, corruptos e podres (leia Mateus 23). É lamentável a falta de santidade evidente nos dias de hoje, mesmo entre aqueles que se consideram cristãos, servos do Senhor. É possível uma pessoa, ou até uma igreja, estar doutrinariamente corretíssima e ainda não demonstrar a santidade que Deus pede. Podemos abordar a questão da santificação de praticamente todos os livros da Bíblia. Um livro que apresenta um ensinamento muito prático é a primeira carta de Pedro. Este livro mostra a ligação fundamental entre a nossa comunhão com Deus santo e a nossa própria santificação.

A Santificação no Proceder

O princípio é bem explicado no primeiro capítulo:

“Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1:14-16).

O Proceder dos Peregrinos

Ao mesmo tempo que Pedro nos chama à santificação, ele trata da realidade da nossa existência terrestre. Vivemos no meio de uma sociedade perversa e corrupta. Como manter a santidade neste ambiente? A resposta de Pedro envolve a nossa perspectiva e auto-imagem. O padrão pelo qual medimos e decidimos o nosso comportamento não deve ser a sociedade ou a cultura humana. Usando a situação de pessoas deslocadas dos seus lares (1:1), ele desenvolve o tema do comportamento de forasteiros e peregrinos aqui na terra. Estamos aqui de passagem, como estrangeiros residentes em outro país que não são cidadãos dele. Em termos práticos, ele diz: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma” (2:11). Moramos aqui, mas não devemos ser guiados ou controlados pelos costumes mundanos. Como herdeiros de Deus e “povo de propriedade exclusiva de Deus” (2:9). Outros textos reforçam os mesmos fatos. Paulo disse que a nossa pátria está nos céus (Filipenses 3:20), e Jesus disse que seus discípulos estão no mundo, mas não são do mundo (João 17:14-18).

Sabendo que somos cidadãos de outro país com um Rei muito superior a quaisquer governantes humanos, seria fácil para os cristãos se acharem acima dos outros homens e isentos de regras humanas. Uma boa parte do livro de 1 Pedro combate tais noções, mostrando a importância de procedimento e pensamento dignos de santos. Considere alguns pontos importantes:

● Temos o exemplo de Cristo e de seu procedimento neste mundo (2:21-25).

● Devemos demonstrar a submissão em vários relacionamentos humanos:

• Todos em relação às autoridades do governo (2:13-17; cf. Romanos 13:1-7).

• Servos em relação ao seu senhor, mesmo se ele for cruel (2:18-20).

• Mulheres em relação ao seu marido, mesmo quando ele for descrente (3:1-6).

• Homens em relação às necessidades de sua mulher (3:7).

• Todos em relação aos seus irmãos (3:8-9; 4:8-10; 1:22).

● Devemos demonstrar a pureza (4:1-3). Os cristãos simplesmente não participam da imundícia que domina as vidas de muitos descrentes.

● Devemos nos comportar com humildade (5:5-7). O verdadeiro caminho à exaltação não é pela auto-exaltação, e sim, pelo serviço humilde.

● Devemos resistir ao diabo (5:8-9). A batalha não é fácil, mas os fiéis e perseverantes têm a garantia da vitória final.
 
Procedimento Puro Exige Pensamento Puro

A nossa santificação exige a determinação de fazer o que é certo, independente das influências negativas que nos cercam (4:1). Há um vínculo óbvio entre o pensamento e o procedimento. No mundo, as pessoas fazem a vontade dos seus próprios pensamentos carnais e egoístas (Efésios 2:3).

Quer ser santificado? Lave o coração e pense nas coisas boas que vêm do alto!

Leia o artigo completo.

– por Dennis Allan
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08:50:05
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Curando a Ganância com a Generosidade

Outro grande antídoto que Deus nos fornece contra o mal do amor ao dinheiro: a generosidade com os nossos recursos.

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11:50:24
15 Feb 2024
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A Ignorância: A Chave para a Felicidade?

Frequentemente ouvimos alguém comentar que a ignorância traz a felicidade. Em alguns contextos, ou em se tratar de assuntos totalmente fora do nosso controle, pode haver um elemento de verdade nesse ditado. Mas quando se trata do pecado, a ignorância é a chave para a felicidade?

O homem nunca cansa de inventar argumentos para justificar o pecado. É triste observar que muitas pessoas sinceras são enganadas por alguns destes argumentos e acabam praticando coisas erradas ou apoiando e mantendo comunhão com pessoas que vivem em práticas condenadas por Deus. Neste artigo, quero alertar sobre alguns dos argumentos mais difundidos para defender o pecado.

A ignorância não justifica o pecado. Entendemos esse fato quando se trata das leis de trânsito: a ignorância da lei pode ser fatal! Por exemplo, em mais de 70 países, os motoristas dirigem no lado esquerdo da estrada. Se um motorista de outro país (como o próprio Brasil) alugasse um carro num desses países, em ignorância total dessa lei, e começasse a dirigir no lado direito da estrada, a consequência poderia ser fatal para ele e para várias outras pessoas. Também entendemos esse fato quando pensamos nas leis da natureza. Uma criança pequena, mesmo sem nenhuma noção da “Lei da Gravidade”, sofre as consequências e se machuca quando cai.

Da mesma forma que violações de leis humanas e naturais trazem consequências para os ignorantes, a Bíblia mostra o problema de pecados cometidos na ignorância. Durante os 1.500 anos que a Lei dada por meio de Moisés vigorava em Israel, pecados cometidos na ignorância ainda levavam à morte de animais sacrificados em consequência desses erros humanos. A Lei falou especificamente da culpa por pecados cometidos em ignorância (Levítico 4:27-29). Nesse contexto, a ignorância não foi raiz de felicidade!

E no Novo Testamento, a ignorância justifica o pecado? Quando fazemos essa pergunta, muitas pessoas pensam nas palavras de Paulo quando falou aos atenienses: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (Atos 17:30). Há dois fatos nesse contexto que esclarecem o sentido. Primeiro, a expressão “os tempos de ignorância” se refere ao período da história antes da revelação do evangelho. Nós não vivemos naqueles tempos de ignorância. Segundo, mesmo as pessoas daquela época não foram isentas de responsabilidade ou culpa pela ignorância. Os ignorantes precisavam mudar! O versículo continua: “... agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam”. A ignorância não justifica a permanência no pecado!

Podemos pensar, também, nas palavras de Jesus sobre os soldados e outros responsáveis por sua morte. Quando pregaram o Senhor na cruz, ele disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lucas 23:34). Mesmo no seu terrível sofrimento, Jesus teve compaixão e desejava o perdão dos pecadores que o mataram. Mas como seriam perdoados? Pedro comentou sobre a mesma situação dos judeus pouco tempo depois. Atribuiu o ato à ignorância do povo e dos líderes, e disse: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:17-19). A ignorância pode explicar o pecado, mas é preciso se arrepender e buscar a graça de Deus para ser justificado.

A misericórdia de Deus não justifica a permanência no pecado. Ouvimos comentários de pessoas que pretendem fazer ou continuar fazendo algo condenado nas Escrituras: “Eu sei, mas Deus é misericordioso e vai me perdoar”. Com esse argumento, justificam casamentos que Deus não aprova, negócios desonestos e muitas outras transgressões da vontade divina. Paulo imaginou a possibilidade de alguém distorcer a doutrina da graça nesse sentido e perguntou: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?” (Romanos 6:1). Sua resposta esclarece perfeitamente a esta noção distorcida da misericórdia: “De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (Romanos 6:2).

Leia o artigo completo.

– por Dennis Allan
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09:11:13
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A Ignorância: A Chave para a Felicidade?

Frequentemente ouvimos alguém comentar que a ignorância traz a felicidade. Em alguns contextos, ou em se tratar de assuntos totalmente fora do nosso controle, pode haver um elemento de verdade nesse ditado. Mas quando se trata do pecado, a ignorância é a chave para a felicidade?

O homem nunca cansa de inventar argumentos para justificar o pecado. É triste observar que muitas pessoas sinceras são enganadas por alguns destes argumentos e acabam praticando coisas erradas ou apoiando e mantendo comunhão com pessoas que vivem em práticas condenadas por Deus. Neste artigo, quero alertar sobre alguns dos argumentos mais difundidos para defender o pecado.

A ignorância não justifica o pecado. Entendemos esse fato quando se trata das leis de trânsito: a ignorância da lei pode ser fatal! Por exemplo, em mais de 70 países, os motoristas dirigem no lado esquerdo da estrada. Se um motorista de outro país (como o próprio Brasil) alugasse um carro num desses países, em ignorância total dessa lei, e começasse a dirigir no lado direito da estrada, a consequência poderia ser fatal para ele e para várias outras pessoas. Também entendemos esse fato quando pensamos nas leis da natureza. Uma criança pequena, mesmo sem nenhuma noção da “Lei da Gravidade”, sofre as consequências e se machuca quando cai.

Da mesma forma que violações de leis humanas e naturais trazem consequências para os ignorantes, a Bíblia mostra o problema de pecados cometidos na ignorância. Durante os 1.500 anos que a Lei dada por meio de Moisés vigorava em Israel, pecados cometidos na ignorância ainda levavam à morte de animais sacrificados em consequência desses erros humanos. A Lei falou especificamente da culpa por pecados cometidos em ignorância (Levítico 4:27-29). Nesse contexto, a ignorância não foi raiz de felicidade!

E no Novo Testamento, a ignorância justifica o pecado? Quando fazemos essa pergunta, muitas pessoas pensam nas palavras de Paulo quando falou aos atenienses: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (Atos 17:30). Há dois fatos nesse contexto que esclarecem o sentido. Primeiro, a expressão “os tempos de ignorância” se refere ao período da história antes da revelação do evangelho. Nós não vivemos naqueles tempos de ignorância. Segundo, mesmo as pessoas daquela época não foram isentas de responsabilidade ou culpa pela ignorância. Os ignorantes precisavam mudar! O versículo continua: “... agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam”. A ignorância não justifica a permanência no pecado!

Podemos pensar, também, nas palavras de Jesus sobre os soldados e outros responsáveis por sua morte. Quando pregaram o Senhor na cruz, ele disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lucas 23:34). Mesmo no seu terrível sofrimento, Jesus teve compaixão e desejava o perdão dos pecadores que o mataram. Mas como seriam perdoados? Pedro comentou sobre a mesma situação dos judeus pouco tempo depois. Atribuiu o ato à ignorância do povo e dos líderes, e disse: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:17-19). A ignorância pode explicar o pecado, mas é preciso se arrepender e buscar a graça de Deus para ser justificado.

A misericórdia de Deus não justifica a permanência no pecado. Ouvimos comentários de pessoas que pretendem fazer ou continuar fazendo algo condenado nas Escrituras: “Eu sei, mas Deus é misericordioso e vai me perdoar”. Com esse argumento, justificam casamentos que Deus não aprova, negócios desonestos e muitas outras transgressões da vontade divina. Paulo imaginou a possibilidade de alguém distorcer a doutrina da graça nesse sentido e perguntou: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?” (Romanos 6:1). Sua resposta esclarece perfeitamente a esta noção distorcida da misericórdia: “De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (Romanos 6:2).

Leia o artigo completo.

– por Dennis Allan
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A misericórdia de Deus nos oferece o livramento do pecado, não a permissão para continuar agindo contra a vontade de Deus.

Ninguém justifica o pecado, mas Jesus oferece justificação ao pecador!
 
09:12:59
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O Mordomo Presbítero - Tito

Paulo disse a Tito que os presbíteros são os mordomos (administradores) da casa de Deus.

O que nós podemos aprender sobre esta descrição?

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11:00:11
16 Feb 2024
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O Que Significam as Palavras “Herege”, “Heresia” e “Seita”?

As palavras “herege”, “heresia” e “seita” vêm de palavras gregas usadas no Novo Testamento, derivadas da mesma raiz. A idéia fundamental atrás destas palavras é “escolher” ou “escolha”. Assim a forma de verbo é usada quando Deus diz que escolheu seu servo (Mateus 12:18).

Outras vezes na Bíblia e no uso atual destas palavras, ainda podemos ver um elemento de escolha. Quando homens decidem seguir suas próprias opiniões, criando novas doutrinas e facções religiosas, estas palavras se aplicam. É neste sentido que lemos no Novo Testamento sobre seitas como dos saduceus (Atos 5:17) e fariseus (Atos 15:5), grupos que escolheram defender falsas doutrinas e tradições humanas.

Os apóstolos condenaram o espírito faccioso (Gálatas 5:20), alertaram sobre heresias destruidoras (2 Pedro 2:1) e ensinaram os cristãos a admoestarem e depois rejeitarem os hereges, ou homens facciosos (Tito 3:10). Escolher seguir qualquer doutrina que não vem de Deus é uma infração gravíssima da vontade do Senhor.

Às vezes, estas palavras são corretamente usadas para identificar doutrinas erradas e seus defensores, e é assim que devem ser empregadas.

Mas as palavras certas usadas pelas pessoas erradas podem se tornar armas maliciosas. Já no primeiro século, estas mesmas palavras foram usadas pelos adversários do Senhor para difamar seus servos fiéis. Tértulo, o orador que representou os judeus no processo contra Paulo, descreveu o apóstolo como “o principal agitador da seita dos nazarenos” (Atos 24:5). Paulo respondeu a esta distorção da palavra: “Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas” (Atos 24:14). Mais de dois anos depois, quando Paulo chegou a Roma, os judeus queriam ouvir “a respeito desta seita que, por toda parte, é ela impugnada” (Atos 28:22).

Desde aquela época, os poderes religiosos têm usado estas palavras para identificar ideias ou pessoas que discordam da posição oficial de uma igreja ou das correntes principais de movimentos populares. Homens bons podem ser chamados de hereges, e homens maus podem ser vistos como servos “ungidos por Deus”.

O critério de avaliação não deve ser a posição oficial de líderes eclesiásticos, e sim a palavra de Deus. No final das contas, não importa o que os homens dizem, pois são as palavras de Cristo que nos julgarão (João 12:48; Gálatas 1:10). Nunca devemos escolher uma direção que contrarie a vontade de Deus!

– por Dennis Allan
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Dois Reis e Dois Livros

Aprendemos da história de dois reis, dois livros, duas reações e dois destinos.

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17 Feb 2024
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Orações Rejeitadas: O Problema da Hipocrisia

Quando procuramos entender sobre a oração, Jesus Cristo é o Mestre sem igual. Ele existia desde a eternidade na presença do Pai, e sabia como comunicar-se com ele. Durante sua jornada terrestre, ele demonstrou hábitos de orações frequentes e sinceras. Seus discípulos observaram suas práticas e pediram orientações sobre o assunto.

Para frisar as atitudes e características necessárias para orações eficazes, Jesus apresentou contrastes por meio de exemplos de impedimentos resultantes dos pensamentos errados das pessoas que oravam. No famoso sermão do monte, ele frisou dois problemas que anulam as orações. O primeiro, o problema considerado neste artigo, é a hipocrisia. No próximo artigo, pretendo considerar o segundo problema: a ignorância.

Oração é um de três exemplos citados por Jesus para ilustrar o mesmo aviso sobre o perigo de hipocrisia. Ele introduziu esta parte do seu ensinamento com estas palavras:

“Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mateus 6:1).

As pessoas que praticam seus atos de caridade para outros ou de reverência para Deus com o intuito de serem honradas por homens não receberão nenhuma recompensa de Deus.

Aplicando esse princípio às orações, Jesus continuou:

“E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6:5-6).

Os líderes religiosos mencionados por Jesus foram geralmente bem respeitados pelo povo. As atitudes populares seriam comparáveis à perspectiva comum de pessoas hoje que honram padres, pastores e outros vistos como “homens de Deus”.

Mas Deus não avalia ninguém por medidas populares. Sendo justo e santo, ele sonda e julga os corações (1 Coríntios 4:5). Enquanto o povo admirava esses líderes, Deus rejeitava suas orações! O motivo foi simples: oravam para receberem glória dos homens, e não para comunicar com humildade a Deus. Chamavam atenção às suas orações e outros atos, sempre procurando uma platéia antes de começar sua peça de teatro. A palavra “hipócrita” significava “ator” ou alguém que finge. Jesus usou essa palavra para dizer que os líderes religiosos respeitados da época estavam fingindo, apenas interpretando um papel diante dos homens.

As palavras de Jesus, porém, não serviam como mera crítica desses líderes. Ele pregava a pessoas comuns, e disse:

“não sereis como os hipócritas” (Mateus 6:5).

É comum adotar as atitudes e a maneira de agir que observamos em pessoas respeitadas. Já ouviu um homem comum conduzir uma oração na presença de outros e adotar uma voz totalmente diferente, imitando o estilo de algum pastor? Se o modelo imitado for um ator interpretando seu papel, o que acontecerá com o imitador?

A solução oferecida por Jesus foi simples. Para ter certeza que não ora para ser visto pelos homens, procure um lugar fechado onde a conversa será somente entre você e Deus. Ele não condena todas as orações públicas, mas ensina uma maneira de evitar a hipocrisia. Uma pessoa que ora na presença dos outros, e até fala palavras bonitas, mas que não ora em particular com a porta fechada, está imitando o mau exemplo dos fariseus e escribas da época de Jesus.

A oração é parte fundamental da vida de qualquer um que busca servir a Deus. Paulo incentivou os homens a orarem em todo lugar (1 Timóteo 2:8) e disse aos cristãos da Tessalônica:

“Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17).

Devemos orar, mas não com a atitude egoísta de buscar honra para nós mesmos. A honra e a glória pertencem exclusivamente a Deus, que ouve as orações.

– por Dennis Allan
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10:57:43
18 Feb 2024
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Três “Onis” no Início de João

Quando falamos dos atributos de Deus, é comum usar três palavras que começam com “oni”, prefixo que significa todo.

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01:41:22
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Orações Rejeitadas: O Problema da Ignorância

Se não conhece nada sobre Deus, como falar com ele?

Na importante mensagem que Jesus apresentou no sermão do monte, ele ofereceu várias orientações sobre as orações. O Senhor deu destaque especial às atitudes erradas que impedem as orações. Usou o exemplo dos líderes religiosos que oravam para receber glória para si (esse problema de hipocrisia foi o assunto do último artigo). Um segundo empecilho às orações é a ignorância. Algumas orações mostram a ignorância total do suplicante sobre a natureza do Deus que ouve suas petições. Esse foi o segundo tema abordado por Jesus no seu pequeno discurso sobre a oração.

Jesus disse:

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais” (Mateus 6:7-8).

O problema dos hipócritas (Mateus 6:5-6) foi sua falta de entendimento de si mesmo, porque se achavam até mais importante do que Deus. O problema dos pagãos, porém, foi falta de entendimento de Deus. As orações eram ineficazes e até ridículas porque não sabiam nada da natureza de Deus.

Essas pessoas, na sua ignorância, acreditavam que o poder estava na maneira certa de falar e nas suas repetições. Novecentos anos antes de Jesus ensinar sobre essas orações vãs, Elias confrontou os profetas do falso deus, Baal, no monte Carmelo. Oravam durante horas, dançando, gritando e até cortando sua pele para sangrar, e esse deus impotente e imaginário não respondeu (1 Reis 18:24-29). Até aos dias de hoje, muitas pessoas acham que a maneira de invocar algum poder divino seja por meio de recitações das palavras e fórmulas certas, frequentemente repetidas.

Deus não é algum poder mágico invocado por encantamentos e feitiços. Ele não espera dos seus seguidores a repetição de palavras especiais memorizadas. Pessoas que oram dessa maneira desrespeitam o próprio Senhor, pois ele claramente disse para não adotar essas práticas.

Jesus corrige essas noções erradas quando comenta sobre a natureza de Deus, pois o problema dessas repetições vãs é a ignorância sobre o Pai celestial. Ele disse que, antes do o homem pedir, Deus já sabe do que precisa.

A confiança das orações não se baseia na perfeição das palavras, nem na perfeição do suplicante. Podemos orar com confiança por causa da perfeição de Deus. Ele é o Pai bondoso que deseja o nosso bem e responde às nossas orações com esse intuito.

Isso não significa que ele simplesmente ouve e responde a todas as orações. A confiança que Jesus reforçou tem suas raízes no relacionamento especial que existe em uma família. Ele descreve Deus aos seus discípulos como “vosso Pai” (Mateus 6:8). Um dos discípulos que ouviu o sermão do monte esclareceu esses ensinamentos algumas décadas depois. João, o filho de Zebedeu, frisou a importância da comunhão com Deus em todos os aspectos da nossa vida, inclusive nas orações. Falou da importância de uma consciência limpa e de um coração cheio do amor demonstrado por Jesus na cruz. Para aqueles que andam nessa comunhão, há confiança de terem suas orações ouvidas:

“Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável” (1 João 3:21-22).

Para os verdadeiros filhos de Deus, a oração é uma conversa íntima de filho e pai. Ele não quer repetições sem sentido, nem palavras mágicas. Ele é um Pai bom que quer ouvir os sentimentos dos corações dos seus filhos. Tendo um Pai espiritual que define o amor, seus filhos não usam a oração por motivos egoístas e materialistas. Sempre procuram orar conforme a vontade do Pai:

“E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 João 5:14).

Não precisamos superar a surdez divina; precisamos vencer a ignorância humana sobre Deus!

– por Dennis Allan
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14:18:09
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Honestidade

Deus ama a justiça e odeia a desonestidade. Pense na sua própria vida:

você tem vivido de maneira honesta ou vende sua integridade para obter benefícios terrenos?

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14:34:06
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Reunimos para Comer: A Ceia do Senhor

Mensagem apresentada por Dennis Allan para ajudar no entendimento de como e por que tomar a Ceia do Senhor

18/02/24 16h45 (hora aproximada)

Link para acesso:
bit.ly/EstudosBiblicosZoom

Meeting ID: 865 3508 6523
Passcode: 235629
 
15:31:24
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Agenda de estudos de hoje (18/02):

16h Aula
A Base da nossa fé
por Luiz Costa.

16h45 (aprox.) Mensagem
Reunidos para comer: a Ceia do Senhor
por Dennis Allan.

Observação importante

As mensagens aos domingos iniciarão aproximadamente às 16h45. Sugerimos que entre na sala de espera umas 16h40.

Para participar clique no link no horário do estudo que você deseja participar (link para todos os estudos)

bit.ly/EstudosBiblicosZoom
 
17:49:40
21 Feb 2024
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O Que Deus Faz com Pessoas Imperfeitas

A Bíblia relata incontáveis casos de pessoas imperfeitas usadas por Deus para cumprir seus planos.

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20:21:59
24 Feb 2024
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Saul: A Desobediência do Rei

O primeiro rei de Israel foi exatamente o tipo de líder que a nação queria. Saul, filho de Quis, era um homem alto e bonito da tribo de Benjamim. Os israelitas haviam visto os reis dos povos vizinhos e desejavam um homem impressionante que protegeria seus sujeitos e intimidaria seus inimigos. Deus também viu qualidades boas nesse homem, e lhe deu oportunidade para provar seu caráter depois de ser elevado à posição de responsabilidade sobre a nação escolhida.

No começo do seu reinado, Saul mostrou uma atitude boa. Samuel, o profeta de Deus mais influente na época, disse que Saul era pequeno aos seus próprios olhos durante essa fase inicial (1 Samuel 15:17). A humildade sempre facilita o serviço. Saul foi escolhido para servir a Deus e às pessoas de Israel de uma maneira especial, e seu pensamento humilde dava condições para ser um excelente rei.

Na sua primeira grande tarefa como rei, Saul se mostrou um excelente líder (1 Samuel 11). Ele respondeu à chamada dos residentes da cidade de Jabes-Gileade, sitiada pelos amonitas. Deus estava com Saul e seus soldados, e livraram a cidade da agressão amonita. Com esta demonstração de competência, Saul ganhou o apoio da nação e foi bem aceito como rei.

Infelizmente, esse rei caiu no erro que destrói muitos homens poderosos. Ao invés de manter sua humildade diante de Deus como servo do povo, ele começou a se preocupar com sua própria posição e honra. Como os políticos de hoje que vivem ansiosos com as pesquisas de apoio popular, Saul dava ouvidos às opiniões do povo. Quando deveria ter olhado sempre para a vontade de Deus como o único padrão do seu procedimento, Saul baixou seus olhos para agradar aos homens e, ainda pior, para proteger sua própria imagem pública.

Com essa mudança de foco, Saul se tornou um péssimo rei. As Escrituras frisam cinco exemplos das suas falhas:

Ele ofereceu um sacrifício sem autorização (1 Samuel 13). No segundo ano do seu reinado, Saul se preparou para uma batalha contra os filisteus, os principais inimigos de Israel na época. Saul, como rei, tinha grandes responsabilidades nos aspectos civis e militares, mas não era o líder espiritual da nação. Em termos simples, Saul não tinha autorização divina para oferecer sacrifícios a Deus. Mas, ansioso para buscar a ajuda de Deus antes de entrar no campo de batalha, ele se precipitou e ofereceu um sacrifício sem autorização. Esse grave erro de presunção foi o começo do fim para o primeiro rei de Israel.

Não cumpriu a tarefa em uma outra batalha (1 Samuel 15). Deus usava nações para castigar outras por sua rebeldia contra o Senhor. Ele deu para Saul a responsabilidade de destruir os amalequitas por sua desobediência, mas o rei não executou totalmente sua tarefa. Achou melhor trazer sacrifícios para Deus, mas este não se agradou com essa decisão. Os sacrifícios serviam para pedir perdão a Deus, mas o Senhor prefere obediência, e não sacrifícios (1 Samuel 15:22).

Ele foi covarde (1 Samuel 17). A história de Davi e Golias demonstra a fé do jovem que se tornaria o segundo rei de Israel. Mas, Davi venceu o gigante porque Saul, um guerreiro mais forte e muito mas experiente, não tinha coragem para enfrentar o filisteu!

Lutou contra o adversário errado (1 Samuel 18 - 27). Era o papel de Saul conduzir uma nação unida contra seus inimigos externos. Mas, por causa do seu egoísmo, ele se tornou contra Davi, um servo de Deus escolhido para ajudar a nação! Esses conflitos internos enfraqueceram a nação.

Buscou orientações da fonte errada (1 Samuel 28). Depois de se afastar do Senhor vivo, Saul ficou tão desesperado que buscou orientações de um homem morto! Não adiantou nada, pois ele e seus filhos morreram no dia seguinte.

Saul tinha condições para ser um excelente rei sobre Israel, mas faltou uma característica essencial: respeito para com Deus e sua vontade. Para sermos bem-sucedidos diante de Deus, precisamos cultivar a atitude que faltou em Saul.

– por Dennis Allan
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21:14:25
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Direitos Reprodutivos: A Ironia do Debate

Se direitos reprodutivos vêm de Deus, devemos respeitar a intenção do Criador sobre o tema.

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21:14:30
27 Feb 2024
@telegram_1588063216:t2bot.ioCastro joined the room.11:23:27
@telegram_1588063216:t2bot.ioCastro
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Saul: A Desobediência do Rei

O primeiro rei de Israel foi exatamente o tipo de líder que a nação queria. Saul, filho de Quis, era um homem alto e bonito da tribo de Benjamim. Os israelitas haviam visto os reis dos povos vizinhos e desejavam um homem impressionante que protegeria seus sujeitos e intimidaria seus inimigos. Deus também viu qualidades boas nesse homem, e lhe deu oportunidade para provar seu caráter depois de ser elevado à posição de responsabilidade sobre a nação escolhida.

No começo do seu reinado, Saul mostrou uma atitude boa. Samuel, o profeta de Deus mais influente na época, disse que Saul era pequeno aos seus próprios olhos durante essa fase inicial (1 Samuel 15:17). A humildade sempre facilita o serviço. Saul foi escolhido para servir a Deus e às pessoas de Israel de uma maneira especial, e seu pensamento humilde dava condições para ser um excelente rei.

Na sua primeira grande tarefa como rei, Saul se mostrou um excelente líder (1 Samuel 11). Ele respondeu à chamada dos residentes da cidade de Jabes-Gileade, sitiada pelos amonitas. Deus estava com Saul e seus soldados, e livraram a cidade da agressão amonita. Com esta demonstração de competência, Saul ganhou o apoio da nação e foi bem aceito como rei.

Infelizmente, esse rei caiu no erro que destrói muitos homens poderosos. Ao invés de manter sua humildade diante de Deus como servo do povo, ele começou a se preocupar com sua própria posição e honra. Como os políticos de hoje que vivem ansiosos com as pesquisas de apoio popular, Saul dava ouvidos às opiniões do povo. Quando deveria ter olhado sempre para a vontade de Deus como o único padrão do seu procedimento, Saul baixou seus olhos para agradar aos homens e, ainda pior, para proteger sua própria imagem pública.

Com essa mudança de foco, Saul se tornou um péssimo rei. As Escrituras frisam cinco exemplos das suas falhas:

Ele ofereceu um sacrifício sem autorização (1 Samuel 13). No segundo ano do seu reinado, Saul se preparou para uma batalha contra os filisteus, os principais inimigos de Israel na época. Saul, como rei, tinha grandes responsabilidades nos aspectos civis e militares, mas não era o líder espiritual da nação. Em termos simples, Saul não tinha autorização divina para oferecer sacrifícios a Deus. Mas, ansioso para buscar a ajuda de Deus antes de entrar no campo de batalha, ele se precipitou e ofereceu um sacrifício sem autorização. Esse grave erro de presunção foi o começo do fim para o primeiro rei de Israel.

Não cumpriu a tarefa em uma outra batalha (1 Samuel 15). Deus usava nações para castigar outras por sua rebeldia contra o Senhor. Ele deu para Saul a responsabilidade de destruir os amalequitas por sua desobediência, mas o rei não executou totalmente sua tarefa. Achou melhor trazer sacrifícios para Deus, mas este não se agradou com essa decisão. Os sacrifícios serviam para pedir perdão a Deus, mas o Senhor prefere obediência, e não sacrifícios (1 Samuel 15:22).

Ele foi covarde (1 Samuel 17). A história de Davi e Golias demonstra a fé do jovem que se tornaria o segundo rei de Israel. Mas, Davi venceu o gigante porque Saul, um guerreiro mais forte e muito mas experiente, não tinha coragem para enfrentar o filisteu!

Lutou contra o adversário errado (1 Samuel 18 - 27). Era o papel de Saul conduzir uma nação unida contra seus inimigos externos. Mas, por causa do seu egoísmo, ele se tornou contra Davi, um servo de Deus escolhido para ajudar a nação! Esses conflitos internos enfraqueceram a nação.

Buscou orientações da fonte errada (1 Samuel 28). Depois de se afastar do Senhor vivo, Saul ficou tão desesperado que buscou orientações de um homem morto! Não adiantou nada, pois ele e seus filhos morreram no dia seguinte.

Saul tinha condições para ser um excelente rei sobre Israel, mas faltou uma característica essencial: respeito para com Deus e sua vontade. Para sermos bem-sucedidos diante de Deus, precisamos cultivar a atitude que faltou em Saul.

– por Dennis Allan
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Excelente!
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